Para que haja inclusão para todos o primeiro passo é facilitar o acesso da população aos computadores. O segundo passo é professores instrutores pacientes e educados.
Paciente porque se deparará com uma certa variedade de indivíduos, onde cada um possui uma limitação, diante disso precisará saber nivelar o grupo que atender para obter o maior resultado positivo possível. Educado porque trabalhará com seres humanos que não possuem a mesma formação e cultura.
Concordo plenamente com a opinião do Paulo. o pincípio básico, claro, passa pela aquisição dos equipamentos. Porém, o preparo dos docentes é fundamental. Seja na questão técnica do uso adequado, assim como o preparo psicológico, pois efetivamente teremos grupos diferenciados. Temos aqueles que querem aprender, outros que preferem conversar. E dentre os que querem aprender, auinda encontramos uma variância, alguns que aprendem mais rápido e outros cujo ritmo necessita realmente de mais tempo e paciência. Vale a pena ler a matéria abaixo sobre o tema: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,computador-chega-sem-preparo-dos-docentes,785036,0.htm
Eu acredito qua a melhor forma de se fazer uma Inclusão de verdade é capacitar os professores. Afinal o que irá adiantar ter os equipamentos, se a maioria não dispõe de formação para ministrar aulas e educar seus alunos. Além do que, há escolas que não tem condições financeiras nem para a merenda dos alunos e também para adequar as instalações para a melhoria do ensino. Então, acredito sim na Inclusão Digital para todos, desde que o governo dê subsídios para a formação continuada dos docentes, bem como, dando-lhes a importância necessária em termos econômicoos, social e psíquico para que estes profissionais desempenhem seu papel de educador e auxiliem de maneira correta seus alunos.
As novas tecnologias e a Informática educativa se inserem num contexto onde a relação entre professor e aluno se estabelece através das trocas, da interação, comprometidos que estão com o processo de ensinar e aprender. Diante do computador tornam-se pesquisadores, construtores do próprio conhecimento, tanto o aluno quanto o professor podem selecionar informações, testar hipóteses, enfrentar desafios e encontrar soluções. Por isso o amplo acesso às tecnologias nem sempre permite a INCLUSÃO DIGITAL!!!! A INCLUSÃO vai mas além disso!!! É preciso que aquele que está diante da máquina, da tecnologia aproprie-se dela e use-a para resolver problemas, para se expressar. para comunicar, para discutir, para agilizar as atividades cotidianas entre muitas outras possibilidades. Quando falamos em comunidades carentes e pessoas com deficiência o processo torna-se ainda mais delicado e importante. Estamos falando de estratégias de inserção social desses sujeitos e o quanto a informática educativa, quando bem utilizada, pode auxiliar e até mesmo efetivar a atual e polêmica INCLUSÃO. Dessa maneira, o acesso e a apropriação das tecnologias contemplam o maior objetivo quando falamos em INSERÇÃO/INCLUSÃO SOCIAL/DIGITAL QUE É CAPACITAR O SER HUMANO A UTILIZAR O AMBIENTE VIRTUAL E AS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS DA VIDA EM SOCIEDADE E FAZER USO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO PARA CONTINUAR APRENDENDO E SE DESENVOLVENDO AO LONGO DA VIDA.
Para que haja inclusão para todos o primeiro passo é facilitar o acesso da população aos computadores. O segundo passo é professores instrutores pacientes e educados.
ResponderExcluirPaciente porque se deparará com uma certa variedade de indivíduos, onde cada um possui uma limitação, diante disso precisará saber nivelar o grupo que atender para obter o maior resultado positivo possível. Educado porque trabalhará com seres humanos que não possuem a mesma formação e cultura.
ResponderExcluirConcordo plenamente com a opinião do Paulo. o pincípio básico, claro, passa pela aquisição dos equipamentos. Porém, o preparo dos docentes é fundamental. Seja na questão técnica do uso adequado, assim como o preparo psicológico, pois efetivamente teremos grupos diferenciados. Temos aqueles que querem aprender, outros que preferem conversar. E dentre os que querem aprender, auinda encontramos uma variância, alguns que aprendem mais rápido e outros cujo ritmo necessita realmente de mais tempo e paciência.
ResponderExcluirVale a pena ler a matéria abaixo sobre o tema:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,computador-chega-sem-preparo-dos-docentes,785036,0.htm
Eu acredito qua a melhor forma de se fazer uma Inclusão de verdade é capacitar os professores. Afinal o que irá adiantar ter os equipamentos, se a maioria não dispõe de formação para ministrar aulas e educar seus alunos. Além do que, há escolas que não tem condições financeiras nem para a merenda dos alunos e também para adequar as instalações para a melhoria do ensino. Então, acredito sim na Inclusão Digital para todos, desde que o governo dê subsídios para a formação continuada dos docentes, bem como, dando-lhes a importância necessária em termos econômicoos, social e psíquico para que estes profissionais desempenhem seu papel de educador e auxiliem de maneira correta seus alunos.
ResponderExcluirAs novas tecnologias e a Informática educativa se inserem num contexto onde a relação entre professor e aluno se estabelece através das trocas, da interação, comprometidos que estão com o processo de ensinar e aprender. Diante do computador tornam-se pesquisadores, construtores do próprio conhecimento, tanto o aluno quanto o professor podem selecionar informações, testar hipóteses, enfrentar desafios e encontrar soluções. Por isso o amplo acesso às tecnologias nem sempre permite a INCLUSÃO DIGITAL!!!! A INCLUSÃO vai mas além disso!!! É preciso que aquele que está diante da máquina, da tecnologia aproprie-se dela e use-a para resolver problemas, para se expressar. para comunicar, para discutir, para agilizar as atividades cotidianas entre muitas outras possibilidades. Quando falamos em comunidades carentes e pessoas com deficiência o processo torna-se ainda mais delicado e importante. Estamos falando de estratégias de inserção social desses sujeitos e o quanto a informática educativa, quando bem utilizada, pode auxiliar e até mesmo efetivar a atual e polêmica INCLUSÃO. Dessa maneira, o acesso e a apropriação das tecnologias contemplam o maior objetivo quando falamos em INSERÇÃO/INCLUSÃO SOCIAL/DIGITAL QUE É CAPACITAR O SER HUMANO A UTILIZAR O AMBIENTE VIRTUAL E AS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS DA VIDA EM SOCIEDADE E FAZER USO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO PARA CONTINUAR APRENDENDO E SE DESENVOLVENDO AO LONGO DA VIDA.
ResponderExcluirconcordo com vc Samantha! A Educação e o ensino de qualidade são as "armas" para que a Inclusão se faça presente, tanto virtual quanto socialmente!
ExcluirHay que incluir-se digitalmente, sin perder la ternura jamás!
ResponderExcluir